O coração do Brasil pulsou mais forte neste sábado (18), em Tremembé, São Paulo. Um ato carregado de emoção e revolta uniu vozes pela vida, pela justiça e pela reforma agrária, após o cruel atentado que devastou o Assentamento Olga Benário. Sob a liderança firme do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o evento se transformou em um marco de resistência e esperança para milhares de trabalhadores rurais em todo o país.
“O Brasil não será refém da violência no campo. Cada responsável por este crime covarde será levado à justiça”, declarou Teixeira, arrancando aplausos fervorosos da multidão emocionada. A fala, direcionada tanto aos criminosos quanto à sociedade, reforçou o compromisso do Governo Federal com a proteção dos assentados e o avanço da reforma agrária.
Com um histórico de 19 anos de luta e produção agroecológica exemplar, o Assentamento Olga Benário viu sua tranquilidade ser destruída na noite de sexta-feira (10), quando homens armados invadiram o local, tirando a vida de Valdir do Nascimento de Jesus, 52, e Gleison Barbosa de Carvalho, 28, além de deixar outros seis feridos. A comunidade clama por justiça, e Paulo Teixeira, ao lado do presidente do Incra e autoridades policiais, não poupa esforços para garantir que os responsáveis sejam punidos.
Além de exigir respostas rápidas, o ministro anunciou medidas inéditas para combater a violência no campo, incluindo a mobilização da Polícia Federal e um reforço nos mecanismos de proteção às famílias assentadas. “A reforma agrária é um pilar da democracia e da justiça social. Este governo não recuará um milímetro diante de ameaças ou ataques!”, bradou Teixeira, emocionando os presentes.
O ato, organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), foi mais do que um protesto – foi um grito por dignidade. A energia do evento transcendeu Tremembé, ecoando pelo Brasil como um chamado à luta e um lembrete de que a justiça não pode falhar.
Paulo Teixeira emergiu como uma liderança corajosa em um momento crítico, firmando seu nome como defensor incansável da reforma agrária e protetor das famílias rurais. “Este é apenas o começo. O campo resiste, e o Brasil resiste junto!